A tragédia ferroviária em Urda, Toledo, já fez dezenas de mortos e feridos, marcando o segundo grave acidente com comboios de alta velocidade em Espanha este ano. Em plena pré-campanha eleitoral, o Governo socialista apressou-se a atribuir as culpas a um erro humano, divulgando comunicações entre o controlador e os maquinistas. Contudo, peritos apontam para problemas sistémicos e falta de investimentos cruciais. A linha Madrid-Sevilha, em funcionamento há mais de três décadas, continua a utilizar um sistema de segurança antiquado, o LZB, cuja substituição por um sistema moderno atrasou-se. O próprio ministro dos Transportes admitiu que, quando o sistema falha, não existem mecanismos redundantes automáticos para travar os comboios em segurança, deixando a circulação dependente de ordens manuais e comunicações telefónicas. Fonte: SOL #Espanha #TragédiaFerroviária #AltaVelocidade #Segurança #Política
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